TribalTech anuncia retorno em 2017 com edição Escape

Festival aposta em um novo local, reforçando posicionamento multicultural assumido ao longo de sua história
Publicado em: 30/07/2017 - 23:23 | Atualizado em: 07/02/2018 - 03:07

Há cerca de um mês a T2 Eventos pegou todo mundo de surpresa com o anuncio da TribalTech Escape, edição de conclusão da trilogia iniciada em 2014 e inicialmente marcada para encerrar em 2016. Depois de renascer em um dia de muito sol e alegria, no qual diversas tribos se uniram para erguer 12 palcos na TribalTech Reborn, os tempos ficaram obscuros e vieram as lições do capítulo seguinte: desde a instabilidade econômica enfrentada pelo país até a chuva sem precedentes que castigou a Fazenda Heimari, tudo contribuiu para que a TribalTech Evolution ficasse marcada na vida de cada pessoa que passou por ela.

Depois disso tudo, o terceiro capítulo tinha que ser especial. Talvez não tão grandioso quanto os anteriores, mas igualmente marcante. Por isso fomos até a organização do evento para absorver um pouco mais do clima dos bastidores, saber quais são os objetivos da TT tanto para agora, como para os anos seguintes:

1:10 O que aconteceu no período em que a festa foi adiada?
2:25 Cadê o line-up completo?
3:40 Quantas pistas teremos?
5:05 E o local?
6:00 A história termina aqui?

Áudio de fundo: LL067 Octave One @ Loveland Live.

Como podem ver, uma das apostas da organização é em um novo local, que está sendo guardado a sete chaves para o lançamento que Jeje fala na entrevista. O que já se sabe pelas fotos que foram divulgadas em redes não oficiais é que é um complexo industrial abandonado, com diferentes ambientes prontos para serem transformados numa verdadeira ilha de cultura eletrônica, com a criatividade que a equipe de cenografia da festa já demonstrou ter em outros anos.

Assim como quase metade das pessoas que moram em Curitiba hoje, não nasci aqui. Apesar disso, os mais de dez anos que passei na capital paranaense foram suficientes para que eu a abraçasse como lar. Uma das razões que me levam a ter esse sentimento pela cidade é a forma como ela sempre recebeu a música eletrônica de braços abertos, evoluindo com ela a tal ponto que hoje um festival como a TribalTech possa acontecer em plena área urbana, convivendo com outros estilos e culturas sem que seja amplamente negativado pela sociedade local.

Que venha a conclusão da trilogia, pois mais uma vez, o fim será apenas um grande recomeço. Até onde irá esta jornada?

Fotos: Gustavo Remor e Gui Urban.

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